sexta-feira, 18 de março de 2011

Viagem ao Mundo dos Sushis:Dia 4


Depois de praticamente 1 ano parado em Rio Claro-SP , esta viagem ao Mundo dos Sushis vai continuar. Acredito que a principal razão para a parada foi a proximidade á capital mundial do sushi fora do Japão, nossa São Paulo, capital.
Pensei em qual seria a próxima parada, com tanta variedade de opções ( São Paulo já tem mais restaurantes japas que churrascarias, o placar está em 600x500 aprox.).

Chegamos então a São Paulo. Aqui não escolherei o melhor japa de São Paulo. Deixo essa tarefa para os guias especializados, que mesmo assim têm uma tarefa hercúlea.

Poderia escolher o prato com a foto mais bonita como já fiz antes.

Mas optei pelo restaurante mais bem falado, que eu nunca tinha ouvido falar ou ido antes.
Cheguei ao Aizomê. Um restaurante japonês com influência francesa. Uma das coisas que mais gosto em um restaurante é chegar lá e poder degustar um prato com nome original, que nunca ouvi antes em outros lugares. Isso inspira, principalmente se outros comentam sobre o prato antes.Pois o Aizomê tem um prato chamado "Tempura de cogumelo Portobello". Não dá vontade de ir lá só por causa desse nome?
Minha próxima parada em São Paulo, com certeza.
E a viagem segue, na próxima postagem, agora em Santos-SP.

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Tênis além do Guga

Acho que falo muito sobre o esporte “tênis”. Falo mais do que jogo. Mas escrevo muito menos do que falo e jogo.Vou tratar de melhorar essa equação um pouco hoje. O Brasil é o país do futebol. Que é meu segundo esporte na ordem de preferência. Dependendo dos títulos do Atlético-MG, ele passa o tênis e sobe para a primeira posição. Ou seja, gosto mais de futebol antes de começar o Brasileiro, recentemente. Porém, bem antes do Guga surgir, acompanho este esporte com lupa. Mais de perto a partir de 1980, quando comecei a praticá-lo, e o fiz de forma séria e concentrada por 7 anos.Depois vi que não seria um Jimmy Connors e fui tentar outras coisas.

Um amigo meu bem mais futeboleiro que amante do esporte da bolinha amarela costuma dizer que o atual melhor brasileiro no ranking do tênis mundial, Thomas Bellucci, atual 30º. do mundo, é o Rubinho Barrichello do tênis.Isso porque ele sempre ganha duas partidas e perde na terceira. Ou luta muito, mas perde em uma segunda rodada. Este meu amigo compara os resultados do tênis aos da Fórmula 1. Mas compara principalmente a postura do Bellucci a do Barrichello, do quase lá, do muito competente mas poucas vezes vencedor. Por discordar dele em algumas afirmações, relembrei como era o rol de ídolos brasileiros do tênis que tínhamos antes de Guga. Fui buscar lá na época do meu começo na prática do esporte. 1980. Lembrei da vitória sobre o legendário e genial John McEnroe do Carlos Kirmayr, nosso tenista com cílios tão loiros que mal conseguimos enxergar o resto de sua face. Nosso esporte vivia de conquistas esporádicas, pontuais. Kirmayr chegou a ficar entre os 40 melhores do mundo. Não vou falar de Thomas Koch, pois não acompanhei sua carreira, que nasceu um pouco antes da minha existência se iniciar. Depois do Cílios Loiros, veio de forma mais marcante Luís Mattar, que conseguiu um lugar entre os 30 melhores. Elegância em quadra, muita sobriedade, golpes bonitos, mas muito sério. Levou esta seriedade ao mundo dos negócios, e pelos meus cálculos, pode estar 12 mil reais mais rico desde o momento em que comecei a escrever esta coluna. Seu parceiro de duplas nas quadras, Cássio Motta, seguiu o mesmo caminho, e depois de ser a versão Gornaldo das quadras de tênis, resolveu engordar a carteira de forma mais consistente.

Depois destes personagens e histórias, veio o Guga. Aí é fácil separar dois grupos de fãs de tênis no Brasil. Os que agora só aceitam como vencedor no tênis brasileiro um novo Guga, ou seja, número 1 do ranking mundial. Estes são do grupo pós-Guga.E aqueles que automaticamente exaltam um tenista brasileiro entre os 100 melhores do mundo.Estes são os dinossáuricos admiradores do tênis pré-Guga. Para que estes dois grupos não passem a concordar com aquela comparação do Bellucci ao Rubinho, nosso tenista número 1 contratou o treinador e amigão do Guga, o já mito Larri Passos. Pois se existe uma falha que pode ser corrigida por Larri no jogo do Bellucci é sua capacidade de acreditar em seu jogo até o final. Isso Guga tinha como ninguém. E por isso é tão difícil criar uma forma de bolo: pegue uma confederação de tênis, abra centros de treinamento no Brasil todo e pronto, novos Gugas surgirão. Falta jogá-los por meses a fio nos campeonatos suados na Europa, com pouco dinheiro no bolso, sem valer ligar chorando para a mamãe no segundo mês. Por isso os argentinos conseguem mais êxito neste esporte que nós, brasileiros apegados ao colinho. Por isso, meu amigo vai continuar chamando nosso tenista top de Rubinho. Enquanto discordo dele, vou ali encher meu balde de pipoca para mais uma noite de pouco sono, para acompanhar o Aberto da Austrália, que termina neste Domingo. Se você quiser acompanhar, sintonize na ESPN, geralmente a partir das 22 horas. Ah, o Bellucci já perdeu.


*coluna originalmente publicada no Jornal Interação de Araxá, em 28/1/2011

domingo, 30 de janeiro de 2011

Ranking Sub-23 do tênis-2

8 meses depois, volto com mais um ranking sub 23 do tênis mundial.
É interessante para acompanharmos quais jogadores jovens se destacam, pois podem ser os futuros dominadores do ranking da ATP.
Mas antes de começarmos a falar disso, vale citar a final do Aberto da Austrália, que aconteceu hoje e dizer:o escocês Andy Murray, que foi vice pela terceira vez em Grand Slams, parece estar no caminho certo para finalmente acabar com o jejum de 75 anos de britânicos em títulos de Grand Slam.Se ele usar isso psicologicamente de uma forma positiva, aí sim vai encurtar cada vez mais esta distância.

Vamos então ao 2o. ranking Sub 23 da ATP, baseado no ranking de 17-1:

1) Marin Cilic(CRO): 2140 pontos (15o. do ranking)
2)Ernests Gulbis(LAT):1575 pontos (23o. do ranking)
3) Alexandr Dolgopolov (UKR):953 pontos (46o. do ranking)
4) Thiemo de Bakker (NED):950 pontos (47o. do ranking)
5) Adrian Mannarino (FRA):669 pontos (74o. do ranking)
6) Kei Nishikori (JAP):599 pontos (82o. do ranking)
7) Richard Berankis (LTU):560 pontos (95o. do ranking)
8)Grigor Dimitrov(BUL):518 pontos (105. do ranking)
9) Donald Young (EUA): 435 pontos (129o. do ranking)
10) Federico Del Bonis (ARG): 375 pontos (142o. do ranking)

Vale comentar e/ou palpitar:

- O 10o. do ranking atual tem 258 pontos a menos que o 10. do ranking passado.
- Nota-se a constante renovação do tênis argentino. Del Potro machucou-se,foi para 236o.lugar na ATP, em seu lugar entrou outro "Del", meu quase chará.
- Dentre os 10, aposto no Dimitrov e no Dolgopolov como os maiores candidatos a Top 5 da ATP.Mas se for para apostar em um só, o nome dele é Grigor Dimitrov.



quarta-feira, 26 de maio de 2010

Ranking Sub-23 do tênis

Se colocarmos apenas os jogadores Sub-23 do tênis, teríamos o seguinte Top 10 no ranking da ATP:

1- Juan Martin del Potro (ARG):5115 pontos
2- Marin Cilic (CRO): 2945 pontos
3- Sam Querrey (USA):1675 pontos
4- Ernests Gulbis (LAT):1494 pontos
5- Thomaz Belluci (BRA):1482 pontos
6- Thiemo de Bakker(NED):858 pontos
7-Alexandr Dolgopolov(UKR):824 pontos
8- Santiago Giraldo (COL):821 pontos
9- Evgeny Korolev (RUS): 655 pontos
10- Andrey Golubev (RUS):633 pontos

Depois de Roland Garros, Thomaz Bellucci provavelmente ultrapassará Ernests Gulbis, assumindo a 4a. posição.Sam Querrey, que está em 3o. já perdeu no campeonato, mas não tem pontos a perder no Aberto da França, pois perdeu na primeira rodada do ano passado.
O argentino Potrinho, ouJuan Martin Del Potro, vai perder mais de 3800 pontos até o US Open, devido á contusão no punho, já que acaba de ser operado.
O que isso significa? Que Thomaz Bellucci tem pela frente uma boa disputa para conquistar o número 1 do ranking da ATP no Sub-23, principalmente contra Marin Cilic. E claro, Sam Querrey, caso ele consiga evoluir ainda algo mais em seu tênis, o que acho mais improvável que provável.

Depois disso, próxima parada, só no topo.

segunda-feira, 12 de abril de 2010

Feijão Maravilha



E finalmente surge o Feijão Maravilha.
O tenista João Souza, mais conhecido como Feijão, acaba de vencer seu primeiro Challenger, e por consequência, vira o Feijão Maravilha do tênis.
Foi lá na Colômbia, terra que parece dar sorte ao tênis brasileiro, pois lá já tivemos um Rei recente, o Marcos Daniel, que já ganhou uma penca de torneios por lá.
Feijão ganhou na final de mais um colombianao, o Alejandro Falla, que deve ter ficado sem fala, com o talento do brasileiro.
Feijão Maravilha ganhou de 3 Top 100 no campeonato, outro feito importante e inédito para ele.
O que mostra que ele já está mais que pronto para entrar neste seleto grupo dos cem melhores do tênis mundial.
E antes que o caro leitor possa compará-lo com o Guga, já vou avisando.
Para alguém pensar em sequer começar a fazer comparações com o maior campeão brasileiro no tênis em todos os tempos, é preciso que o candidato esteja entre os 70 melhores do mundo aos 20 anos de idade.Ou algo parecido.
Feijão está querendo entrar para o Top 100 aos 21.
Isso não significa que ele não pode ser o número 1 do mundo algum dia.
Significa mais dizer:valeu Feijão!Que alegria vê-lo ganhar um Challenger!
Vamos á próxima conquista agora! Que tal entrar na chave principal de Roland Garros, ultrapassando em muito sua segunda rodada de qualifying em 2008?
O dia começou mal com Bellucci e terminou com chave de ouro, pelo Feijão Maravilha.

terça-feira, 6 de abril de 2010

Volta ao Mundo em Sushis-Dia 3



Depois de uma sequência de 3 restaurantes conhecidos em 3 cidades já visitadas antes, parti para uma cidade que nunca fui, assim como seu restaurante japonês, é claro.
Saindo de Ribeirão Preto, viajei 185 km até chegar na cidade de Rio Claro-SP, cidade com 192.000 habitantes.
Lá, encontrei o Taikô , que deve ser bem charmoso, se confirmado o charme do ambiente da foto.
Ah, como eu gosto de comer sushi sem os sapatos...
No Taikô, experimentei o primeiro prato que nunca havia experimentado antes: o Iseebi.
Segundo o menu dos restaurante, Iseebi=Cauda de lagosta acompanhada de arroz cremoso de camarão com manjericão.
Entrei em um site japonês, e descobri esta foto postada acima.
Não me parece a mesma receita, mas ambas devem ser super saborosas...

Para acompanhar, um Taikô Coquetel:
Saquê, kiwi, suco de laranja, suco de abacaxi, curaçau blue e licor de kiwi.

E para finalizar, uma super sobremesa, o Citritaikô:
Carpaccio de abacaxi salpicado com raspas de limão, sorbetto de limão siciliano, calda de gengibre e bolachinha japonesa.

Sensacional!Viva o Taikô!