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terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

Índice Chotensu Brasil de Tênis-4


Depois do Aberto do Brasil de Tênis, as vaias levadas por Bellucci, a meu ver cruéis, e bons desempenhos de Feijão João Souza e Guilherme Clezar, voltamos com o Índice Chotensu Brasil de Tênis, agora na edição 4.

O índice foi feito para analisarmos através dos números como andam os tenistas brasileiros no circuito mundial de tênis.

Para isso, o índice soma os rankings dos 10 melhores brasileiros na ATP, divulgado em 18/2/2013.

O índice passado, o no. 3, tinha ficado com 1914 pontos.

E este índice número 4 acaba de bater um novo e bom recorde para o tênis nacional. Pela primeira vez desde sua criação há 5 anos, o índice rompe a barreira dos 1900 pontos! Chegou a 1891!!

Deve muito á performance de Clezar no Brasil Open, quando conseguiu entrar na chave principal, perdendo suado para Bellucci na 1a. rodada. Feijão também ganhou 7 posições e foi o 2o. a mais subir.

E o último colocado do índice, Fernando Romboli, subiu uma posição, agora na 319a. colocação, a mais baixa para o 10o. lugar até agora.

Vamos à composição do índice:

Thomaz Bellucci, 38 + Rogerio Dutra Silva, 115 + Thiago Alves, 137 + João Souza, 133 + Leonardo Kirche, 202 + Guilherme Clezar, 216 + Marcelo Demoliner, 234 +  Ricardo Hocevar, 245 + Fabiano de Paula, 252 + Fernando Romboli, 319 = 1891 pontos

Até o próximo! Vamos, tenistas brasilis!

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

Índice Chotensu Brasil de Tênis-3

Depois de praticamente 5 anos sem atualizar este índice, resolvi resgatá-lo do fundo do baú. O último foi este aqui. Na época, Marcos Daniel liderava os brasileiros no ranking da ATP, fora do Top 100, em 111o. lugar. Bellucci ainda era o 170o., e Flávio Saretta ainda jogava, já nos finalmentes da carreira, em  299o. lugar.

Para relembrar os leitores, o Índice Chotensu Brasil de Tênis foi feito para analisarmos através dos números como andam os tenistas brasileiros no circuito mundial de tênis.

Para isso, o índice soma os rankings dos 10 melhores brasileiros na ATP.

O índice passado, o no. 2, tinha ficado com 2439 pontos.

Para nossa boa surpresa, o tênis brasileiro visivelmente melhorou nos últimos 5 anos, fechando agora com 1914 pontos.

Para todos entenderem, vamos à composição do índice:

Thomaz Bellucci, 35 + Rogerio Dutra Silva, 114 + Thiago Alves, 134 + João Souza, 140 + Leonardo Kirche, 201 + Guilherme Clezar, 234 + Marcelo Demoliner, 237 +  Ricardo Hocevar, 247 + Fabiano de Paula, 252 + Fernando Romboli, 320 = 1914 pontos

Uma melhora de 27,43% em relação ao último índice, que foi compilado em 2 de Março de 2008

Para os próximos índices, creio que podemos continuar a esperar melhoras no índice. Dentre os que estão no índice, vejamos:

- Bellucci tende a se manter neste ranking.
- João Souza, o Feijão, tem tudo para entrar no Top 100 e manter nossa tradição de ter sempre ao menos 2 brasucas no Top 100.
- Guilherme Clezar, com a consistência do seu jogo e amadurecimento, tem tudo para estar entre os 150 melhores até o final do ano

Dentre as novas estrelas, cito Marcelo Demoliner, Bruno Sant'anna, José Pereira e a grande promessa cearense Thiago Monteiro.

Juntos, poderão ajudar a melhorar o Índice Chotensu Brasil  cada vez mais!




quarta-feira, 14 de março de 2012

Bellucci venceu a segunda. E a terceira...

Esta semana pode servir como grande motivação para Thomaz Bellucci para o resto da temporada.
Venceu seu segundo jogo consecutivo no Masters 1000 de Indian Wells, e jogando bem, batendo o vigésimo do mundo, Jurgen Melzer, por duplo 6x3.
De quebra, ainda subiu 3 posições no ranking da ATP, saindo do 50o. para o 47o. lugar, pelo menos, no próximo ranking.

Mostrou também versatilidade. Se ele se esforçar cada vez mais, poderá ter bons resultados com frequência nas quadras sintéticas. Ganhou do 20o. do mundo passeando, por que não?

Para completar as boas notícias, pelo menos para ele, não precisou entrar em quadra para ganhar de Nicolay Davydenko, antigo amigo do Guga. O russo foi a nona vítima da virose que assola o Primeiro Mundo (é não é só no Terceiro que isso acontece...).

Agora enfrenta ninguém menos que Roger Federer nas oitavas de final.

Ok, Bellucci, muito obrigado pela participação no Masters 1000 de Indian Wells...como não torcerei para que a virose pegue também o suíço, e ganhar do Roger para brasileiros é privilégio só para Guga no saibro, se acontecer algo diferente, aí Bellucci se consagra. Caso contrário, fez sua parte até onde seu talento alcança.

domingo, 11 de março de 2012

Bellucci venceu a primeira. Até aí...

Na noite desta última sexta-feira, Thomaz Bellucci venceu sua primeira partida no Masters 1000 de Indian Wells, com sets de 6x2 e 7x6, bateu o tcheco Lukas Rosol e enfrentará o austríaco Jurgen Melzer, número 20 do mundo.
E é exatamente no fato de ser o segundo jogo seguido que reside todo o problema de Thomaz Bellucci. Sua habilidade nos leva a crer que ele pode ir longe no circuito. Mas o mental...
Enfrentar o vigésimo colocado do mundo não pode significar uma barreira intransponível para o número 50 do mundo que deseja ir mais longe que vigésimo no ranking.
Perder para o vigésimo do mundo não pode significar algo normal, que acontece...
Precisa ser algo absurdo, que o revolte internamente, que o faça quase não conseguir dar entrevistas pós-jogo de tanta raiva que está sentindo no momento. Estas raivas são boas, convertem-se em motivação para evoluir o jogo.

Enfim, que venha o segundo jogo, e não tenhamos que confirmar o que foi dito aí acima...supere-se Bellucci!

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Ten: a participação dos brasileiros no US Open



Até o momento, a participação dos tenistas brasileiros no US Open gerou uma grande alegria e uma grande frustração.

A alegria, inesperada para muitos, foi não só a classificação do Rogerinho Silva para a chave principal (por ser o primeiro lucky-loser da fila, e Soderling ter desistido), como também pelo fato de ter sido sua primeira partida em Grand Slams, estreando com vitória.

Pegou pela frente o irlandês Louk Sorensen, número 618 do mundo, e pra melhorar ainda mais, o irlandês desistiu no comecinho do 4o. set.

Ou seja, Rogerinho terá descansado mais para enfrentar o americano Alex Bogomolov Jr. Nome Complicado de Falar na segunda rodada.

O tenista e feijão João Souza perdeu na primeira rodada, assim como Ricardo Mello.

Mas a grande decepção ficou para Thomaz Bellucci. Depois do Larri ter conseguido o primeiro momento de extravasar, chorar e emocionar com o pupilo no Masters 1000 de Cincinatti na semana passada, do mesmo jeito que os momentos que tinha com Guga, Bellucci repetiu o apagão emocional mais uma vez no US Open, e perdeu para o nada demais Dudi Sela, em uma virada terrível depois de ganhar os primeiros dois sets. Perdeu o quinto set com um pneu. Para selar a seguinte conclusão: Bellucci precisa se inspirar no fininho Fernando Meligeni.

Nosso argentino mais brasileiro do tênis foi um dos mais raçudos a representar o Brasil nas quadras. Seu melhor ranking foi o 25o., sendo que o Bellucci aos 22 anos já havia chegado ao 21o. posto.

Meligeni chegou a uma semifinal de Grand Slam. Fez tudo isso, sem ter o mesmo talento natural que Bellucci. Mas uma força mental muito maior. Bellucci precisa refletir sobre o que precisa fazer para consolidar sua parte mental.

É só isso que falta. E Larri Passos é o cara para fazer isso. Não desperdice sua carreira, Thomaz. Acreditamos em você!

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Tênis além do Guga

Acho que falo muito sobre o esporte “tênis”. Falo mais do que jogo. Mas escrevo muito menos do que falo e jogo.Vou tratar de melhorar essa equação um pouco hoje. O Brasil é o país do futebol. Que é meu segundo esporte na ordem de preferência. Dependendo dos títulos do Atlético-MG, ele passa o tênis e sobe para a primeira posição. Ou seja, gosto mais de futebol antes de começar o Brasileiro, recentemente. Porém, bem antes do Guga surgir, acompanho este esporte com lupa. Mais de perto a partir de 1980, quando comecei a praticá-lo, e o fiz de forma séria e concentrada por 7 anos.Depois vi que não seria um Jimmy Connors e fui tentar outras coisas.

Um amigo meu bem mais futeboleiro que amante do esporte da bolinha amarela costuma dizer que o atual melhor brasileiro no ranking do tênis mundial, Thomas Bellucci, atual 30º. do mundo, é o Rubinho Barrichello do tênis.Isso porque ele sempre ganha duas partidas e perde na terceira. Ou luta muito, mas perde em uma segunda rodada. Este meu amigo compara os resultados do tênis aos da Fórmula 1. Mas compara principalmente a postura do Bellucci a do Barrichello, do quase lá, do muito competente mas poucas vezes vencedor. Por discordar dele em algumas afirmações, relembrei como era o rol de ídolos brasileiros do tênis que tínhamos antes de Guga. Fui buscar lá na época do meu começo na prática do esporte. 1980. Lembrei da vitória sobre o legendário e genial John McEnroe do Carlos Kirmayr, nosso tenista com cílios tão loiros que mal conseguimos enxergar o resto de sua face. Nosso esporte vivia de conquistas esporádicas, pontuais. Kirmayr chegou a ficar entre os 40 melhores do mundo. Não vou falar de Thomas Koch, pois não acompanhei sua carreira, que nasceu um pouco antes da minha existência se iniciar. Depois do Cílios Loiros, veio de forma mais marcante Luís Mattar, que conseguiu um lugar entre os 30 melhores. Elegância em quadra, muita sobriedade, golpes bonitos, mas muito sério. Levou esta seriedade ao mundo dos negócios, e pelos meus cálculos, pode estar 12 mil reais mais rico desde o momento em que comecei a escrever esta coluna. Seu parceiro de duplas nas quadras, Cássio Motta, seguiu o mesmo caminho, e depois de ser a versão Gornaldo das quadras de tênis, resolveu engordar a carteira de forma mais consistente.

Depois destes personagens e histórias, veio o Guga. Aí é fácil separar dois grupos de fãs de tênis no Brasil. Os que agora só aceitam como vencedor no tênis brasileiro um novo Guga, ou seja, número 1 do ranking mundial. Estes são do grupo pós-Guga.E aqueles que automaticamente exaltam um tenista brasileiro entre os 100 melhores do mundo.Estes são os dinossáuricos admiradores do tênis pré-Guga. Para que estes dois grupos não passem a concordar com aquela comparação do Bellucci ao Rubinho, nosso tenista número 1 contratou o treinador e amigão do Guga, o já mito Larri Passos. Pois se existe uma falha que pode ser corrigida por Larri no jogo do Bellucci é sua capacidade de acreditar em seu jogo até o final. Isso Guga tinha como ninguém. E por isso é tão difícil criar uma forma de bolo: pegue uma confederação de tênis, abra centros de treinamento no Brasil todo e pronto, novos Gugas surgirão. Falta jogá-los por meses a fio nos campeonatos suados na Europa, com pouco dinheiro no bolso, sem valer ligar chorando para a mamãe no segundo mês. Por isso os argentinos conseguem mais êxito neste esporte que nós, brasileiros apegados ao colinho. Por isso, meu amigo vai continuar chamando nosso tenista top de Rubinho. Enquanto discordo dele, vou ali encher meu balde de pipoca para mais uma noite de pouco sono, para acompanhar o Aberto da Austrália, que termina neste Domingo. Se você quiser acompanhar, sintonize na ESPN, geralmente a partir das 22 horas. Ah, o Bellucci já perdeu.


*coluna originalmente publicada no Jornal Interação de Araxá, em 28/1/2011

domingo, 30 de janeiro de 2011

Ranking Sub-23 do tênis-2

8 meses depois, volto com mais um ranking sub 23 do tênis mundial.
É interessante para acompanharmos quais jogadores jovens se destacam, pois podem ser os futuros dominadores do ranking da ATP.
Mas antes de começarmos a falar disso, vale citar a final do Aberto da Austrália, que aconteceu hoje e dizer:o escocês Andy Murray, que foi vice pela terceira vez em Grand Slams, parece estar no caminho certo para finalmente acabar com o jejum de 75 anos de britânicos em títulos de Grand Slam.Se ele usar isso psicologicamente de uma forma positiva, aí sim vai encurtar cada vez mais esta distância.

Vamos então ao 2o. ranking Sub 23 da ATP, baseado no ranking de 17-1:

1) Marin Cilic(CRO): 2140 pontos (15o. do ranking)
2)Ernests Gulbis(LAT):1575 pontos (23o. do ranking)
3) Alexandr Dolgopolov (UKR):953 pontos (46o. do ranking)
4) Thiemo de Bakker (NED):950 pontos (47o. do ranking)
5) Adrian Mannarino (FRA):669 pontos (74o. do ranking)
6) Kei Nishikori (JAP):599 pontos (82o. do ranking)
7) Richard Berankis (LTU):560 pontos (95o. do ranking)
8)Grigor Dimitrov(BUL):518 pontos (105. do ranking)
9) Donald Young (EUA): 435 pontos (129o. do ranking)
10) Federico Del Bonis (ARG): 375 pontos (142o. do ranking)

Vale comentar e/ou palpitar:

- O 10o. do ranking atual tem 258 pontos a menos que o 10. do ranking passado.
- Nota-se a constante renovação do tênis argentino. Del Potro machucou-se,foi para 236o.lugar na ATP, em seu lugar entrou outro "Del", meu quase chará.
- Dentre os 10, aposto no Dimitrov e no Dolgopolov como os maiores candidatos a Top 5 da ATP.Mas se for para apostar em um só, o nome dele é Grigor Dimitrov.



segunda-feira, 12 de abril de 2010

Feijão Maravilha



E finalmente surge o Feijão Maravilha.
O tenista João Souza, mais conhecido como Feijão, acaba de vencer seu primeiro Challenger, e por consequência, vira o Feijão Maravilha do tênis.
Foi lá na Colômbia, terra que parece dar sorte ao tênis brasileiro, pois lá já tivemos um Rei recente, o Marcos Daniel, que já ganhou uma penca de torneios por lá.
Feijão ganhou na final de mais um colombianao, o Alejandro Falla, que deve ter ficado sem fala, com o talento do brasileiro.
Feijão Maravilha ganhou de 3 Top 100 no campeonato, outro feito importante e inédito para ele.
O que mostra que ele já está mais que pronto para entrar neste seleto grupo dos cem melhores do tênis mundial.
E antes que o caro leitor possa compará-lo com o Guga, já vou avisando.
Para alguém pensar em sequer começar a fazer comparações com o maior campeão brasileiro no tênis em todos os tempos, é preciso que o candidato esteja entre os 70 melhores do mundo aos 20 anos de idade.Ou algo parecido.
Feijão está querendo entrar para o Top 100 aos 21.
Isso não significa que ele não pode ser o número 1 do mundo algum dia.
Significa mais dizer:valeu Feijão!Que alegria vê-lo ganhar um Challenger!
Vamos á próxima conquista agora! Que tal entrar na chave principal de Roland Garros, ultrapassando em muito sua segunda rodada de qualifying em 2008?
O dia começou mal com Bellucci e terminou com chave de ouro, pelo Feijão Maravilha.

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

Chat com Bellucci na ESPN Deportes




Thomaz Bellucci acabou de encerrar sua participação em um chat em espanhol, pela ESPN Deportes. E aos 48 do segundo tempo, publicaram minha pergunta a ele, inspirada na vontade que todo torcedor do tênis brasileiro deve ter, de ver Bellucci se tornar protagonista e herói das próximas pelejas da Copa Davis para o Brasil.

O diálogo foi este:


Fred Neumann (Brasil)


Thomaz, tienes ganas de poner Brazil en la Division Mundial de la Davis?Es un hecho que no tienes?
Thomaz Bellucci
(7:16 PM)


Tenemos buen un equipo que puede jugar la división mundial, pero para ganar, tenemos que tener más jugadores con chances de ganar de los mejores.