Mostrando postagens com marcador Masters 1000. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Masters 1000. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 14 de março de 2012

Bellucci venceu a segunda. E a terceira...

Esta semana pode servir como grande motivação para Thomaz Bellucci para o resto da temporada.
Venceu seu segundo jogo consecutivo no Masters 1000 de Indian Wells, e jogando bem, batendo o vigésimo do mundo, Jurgen Melzer, por duplo 6x3.
De quebra, ainda subiu 3 posições no ranking da ATP, saindo do 50o. para o 47o. lugar, pelo menos, no próximo ranking.

Mostrou também versatilidade. Se ele se esforçar cada vez mais, poderá ter bons resultados com frequência nas quadras sintéticas. Ganhou do 20o. do mundo passeando, por que não?

Para completar as boas notícias, pelo menos para ele, não precisou entrar em quadra para ganhar de Nicolay Davydenko, antigo amigo do Guga. O russo foi a nona vítima da virose que assola o Primeiro Mundo (é não é só no Terceiro que isso acontece...).

Agora enfrenta ninguém menos que Roger Federer nas oitavas de final.

Ok, Bellucci, muito obrigado pela participação no Masters 1000 de Indian Wells...como não torcerei para que a virose pegue também o suíço, e ganhar do Roger para brasileiros é privilégio só para Guga no saibro, se acontecer algo diferente, aí Bellucci se consagra. Caso contrário, fez sua parte até onde seu talento alcança.

domingo, 11 de março de 2012

Bellucci venceu a primeira. Até aí...

Na noite desta última sexta-feira, Thomaz Bellucci venceu sua primeira partida no Masters 1000 de Indian Wells, com sets de 6x2 e 7x6, bateu o tcheco Lukas Rosol e enfrentará o austríaco Jurgen Melzer, número 20 do mundo.
E é exatamente no fato de ser o segundo jogo seguido que reside todo o problema de Thomaz Bellucci. Sua habilidade nos leva a crer que ele pode ir longe no circuito. Mas o mental...
Enfrentar o vigésimo colocado do mundo não pode significar uma barreira intransponível para o número 50 do mundo que deseja ir mais longe que vigésimo no ranking.
Perder para o vigésimo do mundo não pode significar algo normal, que acontece...
Precisa ser algo absurdo, que o revolte internamente, que o faça quase não conseguir dar entrevistas pós-jogo de tanta raiva que está sentindo no momento. Estas raivas são boas, convertem-se em motivação para evoluir o jogo.

Enfim, que venha o segundo jogo, e não tenhamos que confirmar o que foi dito aí acima...supere-se Bellucci!