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segunda-feira, 23 de maio de 2011

Começa Roland Garros


Toda vez que começa o incrível torneio de Roland Garros, lembro da ligação emocionada de meu pai em 1997, comemorando a vitória de Guga neste torneio pela primeira vez. Era algo quase inimaginável. Havíamos crescido com tenistas brasileiros beirando o Top 30 uma vez durante toda a carreira, então era inimaginável pensar que um brasileiro número 66 do mundo ganhasse o mais importante torneio em saibro do mundo!
Pois Guga voltaria a ganhar Roland Garros por mais duas vezes, conquistaria o topo do ranking mundial, e daria muitas alegrias ao povo brasileiro. O primeiro grande herói esportivo brasileiro pós-Senna.
Passados três anos de sua aposentadoria, chegamos em 2011 em Roland Garros novamente com alguma esperança. O tênis brasileiro não teve toda aquela evolução que espeávamos pós-Guga, mas algum resultado deu sim. Temos Bellucci nas quadras, onde devemos esperar dele que chegue novamente nas oitvas-de-final, perdendo para Djokovic. Sim, pois esperar qualquer outra coisa contra um tenista que não conhece derrotas em 2011 seria uma maluquice.
Mesmo assim, Bellucci deu trabalho a Nadal recentemente. É treinado por Larri Passos, que conhece o caminho de Roland Garros muito bem, pois levou Guga a 3 títulos lá. Só que era Guga, né...
Neste ano, além de Bellucci, temos Ricardo Mello também. 2 tenistas brasileiros na chave principal é muito pouco. Nossos vizinhos da Argentina colocaram 7. E todo ano é assim. O programa de tênis deles funciona há muito, muito tempo.
Não vejo outros 5 brasileiros com chance de chegar a Roland Garros. Qué pasa aqui, muchachos?

Foto da Reeeeeeeeuuuuters!

quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

Federer continua nas apostas


Se você achava que Roger Federer tinha começado a sair de cena, repense.
O suíço continua jogando muito, e já está na semifinal no Australian Open.
O cavalheiro suíço massacrou o potrinho argentino e um dos favoritos de sempre deste blog, Juan Martin Del Potro, por 6x3, 6x0 e 6x0.
Foi a mais acachapante vitória de quartas-de-final do Australian Open nos últimos 30 anos.
Foi também a primeira bicicleta ( vitória por 6x0 e 6x0) desde 2006.

Com a ida de Federer para a semifinal, e mais uma desistência de Djokovic, nas quartas, o suíço abre dianteira na vice-liderança, e se enche de ânimo para o restante da temporada.
A desistência do sérvio foi muito contestada pelo suíço, leia aqui

Este blog agora aposta em uma clássica final entre Federer e Nadal.
Vamos ver no que vai dar.



quinta-feira, 7 de agosto de 2008

E deu Murray!

De acordo com esta postagem anterior , deu Andy Murray no Masters de Cincinatti, onde ele começou sua escalada rumo á 4a. posição no ranking da ATP depois das Olimpíadas e US Open.
O britânico jogou muito bem a semana toda, e mereceu vencer, com parciais de 7x6 e 7x6 em cima de Novak Djokovic.
Chegará com tudo nas Olimpíadas, que promete ser uma grande disputa, pois terá um Federer querendo realizar seu sonho e se recuperar, com Nadal mais descansado e no auge, e ainda Djokovic e Murray embaladíssimos.
Tomara que dê Bellucci surpreendendo todo mundo!!

sábado, 29 de março de 2008

Perdeu do 122o. do mundo...

Eu fico só escutando...
Mais uma vez o tênis aprontou das suas, e o Novak Djokovic perdeu de um qualifier, número 122 do mundo...
Ó...ele não é assim tão bom...ele tá mais longe do Nadal de novo...o Roginho volta a ser o maior de todos atualmente...

Enfim, estas afirmações a meu ver não mostram o que o tênis realmente aponta hoje: um Federer que teve uns tropeços mas nada demais, o Nadal com insinuações que pode acabar virando um Guga capítulo 2, por ter uma suposta contusão crônica no pé, o Djoko perdendo para o 122 do mundo, mas papando 2 dos 3 principais torneios até agora.

Tudo isso mudará, bastando o Federer ganhar Roland Garros.
Isso o definirá como maior de todos.
Ou Nadal e seu pé meia bomba ganharão o tetra?

De qualquer forma, veio na hora a derrota de Djokovic para o 122o. do mundo.
Para quebrar um pouco os exageros da mídia tenística, elevando-o ao status de melhor da atualidade. O que o ranking só reserva para um há anos: Roger Federer.